quarta-feira, 24 de junho de 2009
A escuridão que vê em meus olhos, é tão somente seu reflexo. Juntou-se a ela, para juntar a si mesma. Não tratou-se de um alinhamento de planetas, mas de um meteoro. Você viu, pela primeira vez, alguém fazer luz na sua escuridão. Meus olhos não são um livro, por serem parte de mim, são um código, que você não pôde decifrar. Não te prendi aqui. O código estava em mim, não na saída. Agora vá. Vá e perca-se em olhos alheios e esqueça-se logo dos meus.
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Um comentário:
Às vezes só o que temos é um olhar; e ele nos fala tanta coisa. Às vezes a gente só precisa de um olhar. Guarde-o.
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