quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Cara S.,
Não houve sequer uma despedida. Nem ao menos um aceno distante, ou uma palavra pronunciada. Partiras rudemente pela porta da frente, sem ser notada. Percebi tua não-presença alguns séculos depois, e também como ela não me incomodava. Por meio desta, tento incomodar-me, tento me fazer doer. No entando, não sinto. És-me agora insossa e insípida memória.
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